Falando de Sentimentos: A Tristeza (Ciência do Sentir on-line)

A TRISTEZA

Um terreno descampado em uma noite sem luar, onde a brisa do crepúsculo escurecido e a luz fria das estrelas, não sendo capaz de aquecerem a alma sofrida, determinam o tom do silencio e entoam a voz do cansaço. Assim descrevo o cântico do sentimento de tristeza.

Canção que em seus versos fala da ausência na falta, da alegria não vinda, do sonho que padeceu e do achado que se perdeu.

Porém, após uma noite escura, o amanhecer costuma chegar com um dia de sol.

A tristeza? Essa apenas nos dirá até logo, pois é assim que a vida canta e, porque não dizer, encanta.

Beatriz Breves

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Falando de Sentimentos – O Perdão (Ciência do Sentir on-Line)

O PERDÃO

Perdão, por vezes tão difícil de se alcançar…

Reconhecer-se com falhas e limitações, este seria o primeiro passo para dar e receber o perdão. “Quem dentre vós não tiver pecado, atire a primeira pedra” (João 8:7).

Assim, de um lado, ao agregar o sentimento de empatia ao de perdão, poder se colocar no lugar do outro, é o que nos torna capaz de perdoar.

Do outro lado, ao agregar o sentimento de humildade ao de perdão, poder aprender com os próprios erros, é o que transforma o sentimento de culpa em sentimento de perdão. É notório que de nada adianta o outro nos perdoar se nós não nos perdoamos.

Beatriz Breves

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Falando de Sentimentos – A Saudade (Ciência do Sentir – on-line)

A SAUDADE

Saudade também se sente do futuro de um amanhã que nem sequer aconteceu.

Existe a saudade que nos faz bem ou mal, a que nos conduz a alegria ou a tristeza, a que nos move ao arrependimento ou à compaixão.

Tem saudade na nostalgia, na lembrança, no pesar e até no luar.

“Oh! que saudade do luar da minha terra/ Lá na serra prateando folhas secas pelo chão/Este luar cá da cidade tão escuro/Não tem aquela saudade do luar lá do sertão” (João Pernambuco)

Ah, saudade, são tantos os caminhos que levam a você.

Beatriz Breves

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Falando de Sentimentos – A Solidão (Ciencia do Sentir – on Line)

A SOLIDÃO

Curiosa a solidão que muitas vezes impõe a confusão entre as condições de estar e sentir. O sentimento de solidão diz respeito ao estado interno e não à condição externa de uma pessoa, podendo, muitas vezes, estar e sentir se direcionar em sentidos opostos: Eu estou só, mas não me sinto só”, “Eu não estou só, mas me sinto só”.

Mais curioso ainda é que o sentimento de solidão, habitualmente compreendido como resultado de uma ou várias faltas, de fato, não reflete a ausência, mas a presença maciça de diversos sentimentos que, agregados e emaranhados, provocam dissonância interna capaz de ressoar uma dor psíquica mais alta do que o mais alto grito de dor.

E mesmo quando alguém diz que se sente bem ao estar só, de fato, está se acompanhando de diversos sentimentos que, também, agregados e emaranhados, provocam consonância interna capaz de ressoar um bem-estar psíquico.

Desta forma, não seria a ausência o que determinaria o sentimento de solidão, e sim as más ou boas companhias internas.

Beatriz Breves

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Falando de Sentimentos – A União (Ciencia do Sentir on Line)

A UNIÃO

Muitos não se dão conta de que a união fala não só de uma ação, mas também de um sentimento.

Entre os integrantes de um grupo, por exemplo, se ocorre união entre si, eles, simultaneamente a ação, tenderiam a sentir o sentimento de união que, de um modo geral, fortalece o ser.

E mesmo em nível individual, o indivíduo capaz de sentir uma união interna entre seus pensamentos e aspirações, tende a se sentir inteiro e fortalecido.

Então, sobre o ditado “a união faz a força”, diríamos que se a união enquanto ação faz a força, enquanto sentimento, fortalece a pessoa.

Beatriz Breves

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Falando de Sentimentos – A Angustia (Ciência do Sentir on Line)

A ANGUSTIA

Em minha experiência, quando a angustia vem é preciso paciência e, por vezes, é necessário reconhecer a necessidade de um colo de carinho e compreensão.

Variando em escalas, na angustia o peito estrangula e o EU sufoca.

Uma dor que pode doer tanto a ponto de deixar a pessoa aprisionada e indefesa diante do expurgo de sua própria tormenta psíquica.

A angustia maltrata.

A angustia suga.

A angustia trava a pessoa em seu próprio sofrimento.

Beatriz Breves

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Falando de Sentimentos – A Fé (Ciência do Sentir on Line)

A FÉ

Já diz um velho ditado que a fé remove montanhas.

Muito além da crença, confiança e esperança, a fé funciona como um sentimento regente na escuridão imposta pelos mistérios da vida.

Sentimento regente que determina o tempo e o tom pessoal que cada um de nós canta durante os encantos e os desencantos de nossa existência.

Existência em que a fé, em seus versos e reversos, se apresenta colorida por várias qualidades boas e ruins, para si e para os outros, potencialmente capaz de amar, ao mesmo tempo de matar.

Qualidades que nas expressões do sentimento de fé, ao se agregarem a outros sentimentos, afinam ou desafinam o nosso ser.

Beatriz Breves

 

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Falando de Sentimentos – A Rejeição e a Filiação (Ciência do Sentir on LIne)

A REJEIÇÃO E A FILIAÇÃO

Sofrendo a dúvida de ser filho adotivo, um leitor pede que eu escreva sobre o sentimento de rejeição que, segundo a sua visão, todo filho adotivo sente em relação a mãe biológica.

O sentimento de rejeição dói porque impossibilita a troca amorosa entre uma pessoa que ama e outra que despreza. No entanto, na relação mãe e filho(a) o que vibra mais forte é o sentimento de filiação. Assim, se a criança se sente filiada, independentemente de ser ou não adotada, teria todos os ingredientes afetivos para se reconhecer incluída e aceita, portanto, segura; o contrário, se sentiria excluída e rejeitada, portanto, frágil.

Importante compreender que ser mãe e filho(a) é também um sentimento que pode até coincidir na mesma pessoa, mas não necessariamente. Isso é facilmente observado entre os que se nomeiam mãe e filho(a) de coração.

Então, a compreensão do porquê um(a) filho(a) conceder tanta autoridade a mãe biológica nunca vista, em detrimento da mãe afetiva, aquela que se sente mãe e que esteve durante toda a vida ao seu lado, poderia ser entendida pela incapacidade de reconhece-la como estando constituída em uma mulher diferente da mãe biológica. A certeza de um sentimento de rejeição de alguém que nunca se conheceu gera fortes indícios para esta possibilidade.

Até porque seriam tantas as razões que levariam uma mulher a oferecer um(a) filho(a) para adoção. Mesmo o sentimento de um amor verdadeiro e desprendido poderia nortear tal ação. Sem falar de desespero, impotência e tantos outros. De fato, o sentimento de rejeição talvez represente uma parcela ínfima dos casos.

De todo modo essas são questões de cunho exclusivamente pessoal e subjetivo, pois diz respeito a própria existência, ao sentimento de “Eu”, as tramas e as entranhas afetivas de cada um.

Beatriz Breves

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Falando de Sentimentos – O Luto (Ciência do Sentir on Line)

O LUTO

O sentimento de luto chora a saudade.

Chora a saudade pela perda que, mesmo que por vezes muito sofrida, faz parte da vida, pois é preciso deixar partir.

Chora a saudade por cada dia vivido de nossa vida que, se revelando como um luto de nós mesmos, precisa ter a sua página virada.

E, ainda, chora a saudade de um sonho um dia sonhado que nunca foi e nem será realizado.

A mensagem que fica para mim é a de renovação, a possibilidade de se encerrar um ciclo e iniciar outro.

Beatriz Breves

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Falando de Sentimentos – A Autopiedade (Ciência do Sentir on line)

A AUTOPIEDADE

O sentimento de autopiedade se apresenta de forma bastante complexa porque costuma envolver pelo menos duas pessoas, ou seja, a que sente a autopiedade e uma outra que lhe serve de reforço e que costuma sentir piedade e culpa pelo sofrimento da autopiedosa.

E isso porque a pessoa autopiedosa tem por hábito exacerbar, mesmo que às vezes o faça de forma sutil, a posição de vida do outro como sendo privilegiada se comparada a dela: “você tem aquilo que eu não tenho.” Como resultado, a pessoa tende a ouvir conselhos, palavras de consolo, mensagens espirituais, a receber auxílios, caridades diversas e etc.

No entanto, não sei se você já se deparou com este sentimento, nada do que se fale ou se faça diminui o sofrimento daquele que sente autopiedade, porque o sentimento de autopiedade se retroalimenta do sofrimento. E ainda mais difícil se torna a chance de mudança se a pessoa tem uma situação real de vida que reforce o seu sentimento de autopiedade. Até porque, na maioria dos casos, este tipo de pessoa costuma se assentar em uma estrutura masoquista de ser.

Beatriz Breves

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Falando de Sentimentos – A Alegria (Ciência do Sentir on line)

A ALEGRIA

O sentimento de alegria é interessante porque se inclui em várias situações de vida, podendo assumir diversos tons, e até semitons, com diferentes qualidades de vibrações.

Tem o sentimento de alegria de viver ao qual se agrega o sentimento de paz. Esse é duradouro, pois a pessoa sente alegria com a vida e consigo mesma, apesar dos sofrimentos que possa estar enfrentando.

Mas tem, também, o sentimento de alegria transitória que costuma ser sentido pelo recebimento de um presente, pelo encontro com uma pessoa, por uma conquista na vida, etc. Estas são alegrias por situações temporárias e que se apresentam de forma fugaz, rasteira e passageira.

E, ainda, tem o sentimento de alegria festiva que costuma ser sentido em ocasiões de festas, feriados, etc. A curiosidade desta qualidade de alegria é que está agregada aos sentimentos de mágoas, tristezas, revoltas, enfim, aos sofrimentos internos, o que eleva o seu tom, chegando quase ao tom do sentimento de euforia.

Portanto, é de alegria em alegria, não sei se você concorda comigo, que vamos tocando a vida ou como diz a canção “Alegria, Alegria” de Caetano Veloso: “Caminhando contra o vento (…)/ Sem lenço e sem documento/ Nada no bolso ou nas mãos/ Eu quero seguir vivendo, amor/ Eu vou/ Por que não, por que não? (…)”

Beatriz Breves

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Falando de Sentimentos – A Arrogância (Ciência do Sentir on line)

“- Eu sou tão simples que ATÉ cumprimento o porteiro do meu prédio” – certa vez uma senhora falou, afirmando-se generosa com um ser que ela considerava inferior a sua pessoa.

Estando no roll dos sentimentos experimentados de forma indireta e reativa, o sentimento de arrogância costuma confundir, levando a própria pessoa que o sente a se enganar como se estivesse sentindo, não o sentimento de arrogância, mas o de superioridade que, de maneira geral, vem associado a outros sentimentos. No caso da senhora citada, ao invés de sentir a sua arrogância, ela, além de se sentir superior, se sentia simples, generosa e simpática por cumprimentar o porteiro.

Isto acontece porque o sentimento de arrogância tenta camuflar o que seria, talvez, a sua principal raiz: o sentimento de inferioridade. A pessoa, por se sentir inferior, um ser humano pior do que os outros, de forma reativa, tende a se sentir superior aos demais. Enfim, a pessoa projeta no outro como de fato ela se sente.

Então, sendo os sentimentos uma experiência subjetiva, agora convido você a contar a sua experiência com o sentimento de arrogância.

Beatriz Breves

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Falando de Sentimentos – O Medo (Ciência do Sentir on line)

Muitas vezes, diante de uma ameaça, a pessoa sente medo e, pior, fica apavorada. É comum, nessas circunstâncias, suar frio, ter o coração disparado, sentir mal-estar, tontura e etc., enfim, sentir um nível de ansiedade que geralmente provoca muito sofrimento.

Mas, se observarmos, o que provoca tão intenso sofrimento não é o medo em si daquilo que ameaça, mas o medo que se sente do medo.

Sim, muito pior do que o medo daquilo que nos ameaça é o medo que experimentamos do medo que sentimos daquilo que nos ameaça, uma vez que, na tentativa de paralisar o medo, não permitimos que o mesmo funcione como um sistema protetor e, desta forma, abre-se espaço para a impotência, paralisia e destrutividade.

Até porque é importante compreender que o medo por si só é um sentimento protetor que funciona como um guardião da segurança pessoal. Aquele que sente medo se protege, aquele que não sente medo se expõe a riscos pois, geralmente, de forma onipotente, enfrenta a ameaça de forma reativa. E isso pode ser muito perigoso.

Então, quando estiver sentindo aquele friozinho na barriga, mantenha a calma, procure se escutar, faça uma ponderação dos riscos para que, apesar do medo, possa continuar em frente sem se deixar paralisar pela possibilidade do medo de estar com medo.

Afinal, o corajoso não é aquele que não sente medo, mas sim aquele que dentro dos limites de sua capacidade, mesmo sentindo medo, é capaz de enfrentar a situação que o ameaça.

Beatriz Breves

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Falando de Sentimentos – O Ciúme (Ciência do Sentir on line)

O ciúme na relação se equivale ao sal na comida: se muito, estraga; se pouco, deixa a relação sem graça; e se na pitada certa, agrada ao paladar.

Mas é curioso que muitas pessoas não têm consciência desse sentimento e afirmam categoricamente que não sentem ciúme. No entanto, costumam dizer que não sentem ciúme, falando: o “meu” marido, a “minha” companheira, o “meu” amigo, a “minha” mulher e etc.

É fácil observar que o sentimento de ciúme anda de braços dados com o sentimento de posse. Não há ciúme sem posse, não há posse sem ciúme. E, também, que meu, minha, meus e minhas são pronomes possessivos. Assim, o simples fato do uso de pronomes possessivos para se referir a pessoas, já determina o sentimento de posse e, portanto, de ciúme.

Então, se você costuma dizer: o MEU ou a MINHA em relação a alguém, você pode se considerar, senão totalmente, pelo menos em potencial, uma pessoa ciumenta.

Mas vamos e venhamos, tal como o sal, uma pitada de ciúme na relação dá um “Q” de sabor e não faz mal a ninguém.

Beatriz Breves

 

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Falando de Sentimentos – A Vaidade (Ciência do Sentir on line)

O sentimento de vaidade se faz no mínimo curioso, pois, no reino dos sentimentos, funciona como um camaleão, muda a sua cor de acordo com o contexto.

Se muito grande, vibra na arrogância. Se muito pequeno, no desleixo. Se na medida equilibrada, na satisfação. E assim por diante…

É fato que o sentimento de vaidade está sempre se apropriando de algum outro sentimento para se fazer vibrar. Talvez, quem sabe, por andar lado a lado com o sentimento de egoísmo.

Beatriz Breves

 

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Falando de Sentimentos – O Amor (Ciência do Sentir on line)

O AMOR

O amor nunca está sozinho, anda sempre aos pares, aos trios ou até em números maiores.

E talvez seja por isso quando se sente o amor, ele, enquanto sentimento, também se apresente acompanhado de diversos outros sentimentos. O amor sentido em seu estado bruto, nunca ouvi dizer que alguém o tenha experimentado.

Na caminhada da vida ao se percorrer as estradas, os atalhos, as ruelas, enfim, os caminhos que se realizam diante de nós, diversos outros sentimentos vão se agregando ao amor.

E assim podemos sentir desde o amor que ampara, encanta e alimenta a alma; até ao amor que intimida, frustra e machuca o espírito.

O amor quando acompanhado da alegria, reluz esperança; do carinho, exala o aconchego; da segurança, inspira a confiança; da liberdade, radia a paz. Mas quando o amor está acompanhado do ciúme, ele se ofusca na posse; da carência, se engana no apego; da vaidade, se cega na arrogância; da dependência, se deprecia na amargura.

E é assim que, em meio a pares, trios ou mais, o amor se torna um dos mais cobiçados sentimentos.

Beatriz Breves

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A DISTRAÍDA

A distraída

 Era véspera de Natal. Uma senhora bonita, bem vestida, andava pela calçada vendo as vitrines e procurando algum vestido para usar no dia de Ano Novo.
De repente, foi atropelada.
Caiu no chão e ficou se mpoder se levantar.
Pessoas correram gritando, tentando levantar a pobre senhora.
E procura, procura, não entendiam o que havia acontecido. – Atropelada na calçada? Mas como pode ser isso? Alguém gritou
- Foi um carrinho de bebe que atropelou a pobre senhora.
Era verdade, uma mãe, distraída, largou o carrinho  que deslizando  foi bem em cima dela, que também  estava distraída, e foi ao chão.
Moral da história: de onde não se espera, às vezes acontece.
A senhora foi para o hospital, mas já está boa.
Ah! Ela comprou um vestido lindo e na noite do  Ano  Novo era a mais bonita e elegante da festa e feliz.
 

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A MÃE

Vera era uma mulher muito rica e muito bem casada. O marido fazia todas as suas vontades, nada lhe faltava.
Porém, o que ela mais desejava não tinha: um filho ou uma filha.
Ela foi aos melhores médicos, fez os melhores exames, mas nada conseguia.
O marido sugeriu contratar uma mulher para ser barriga solidária e ela rejeitou.
-  De jeito nenhum! Quero ter um filho meu! – dizia ao marido.
Eles viajaram e foram as melhores clínicas. Ela não conseguia engravidar.
O tempo foi passando, passando e o marido morreu. Ela não saia mais de casa. Foi ficando triste, triste….
Até que um dia (há sempre um dia na vida da gente que as coisas mudam) bateram na porta e ela foi ver quem era. Uma mulher em farrapos com uma criança no colo, também em farrapos. A mulher estava esquelética e a criança também.
Vera mandou que a mulher entrasse, pegou a criança no colo, deu um bom banho na menina, mandou que a mulher também tomasse banho e deu um prato de comida para ela.
Vera sentiu um afeto muito grande pela menina e num impulso colocou o seio na boca da criança e ela começou a mamar. Sem saber por que começou a sair leite do seu seio e a criança sugava, sugava até saciar a sua fome.
A mãe da criança morreu depois de alguns dias. Ela registrou a menina como sua filha e deu o nome de Felicidade e só a chamava de Minha Felicidade. A criança foi ficando forte, crescida…
Vera com medo que alguém descobrisse que não era sua filha viajava muito. Não fazia pouso definitivo em lugar nenhum.
Felicidade já era uma linda moça, inteligente, meiga, carinhosa… e o tempo foi passando até que um dia conheceu um belo rapaz. Namoraram…
Ela ficou muito feliz com o namoro da filha.
Um dia, estavam os três conversando e conversa vai e conversa vem, o rapaz contou que não sabia nada sobre a sua família…
A única coisa que se lembrava era que um dia a sua mãe saiu com a sua irmã, que era um bebê, e nunca mais voltou. Ele foi criado por uma vizinha que fez tudo por ele. Era só o que sabia.
Vera ficou apavorada. “Será que eles eram irmãos?” – pensou ela e imediatamente foi viajar com a filha e nunca mais souberam do rapaz.
Mas o que está escrito nas estrelas não se pode mudar…
Depois que a mãe morreu a filha resolveu voltar para casa.
Tempos depois, encontrou o rapaz, reataram o namoro, casaram e são muito felizes.

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ASSIM É SE LHE PARECE

Joana era uma menina muito esperta, observava tudo o que acontecia no mundo, desde a criação até o comportamento das pessoas.
Todos os dias ela acordava, abria a janela e dava bom dia para o sol. Corria para o quarto da mãe e dizia “Levanta mãe que o sol já acordou” Se chovia “ levanta mãe que a chuva está lavando o mundo” As vezes ficava pensativa observando tudo ao seu redor. O sol aquece e o mais legal é que ele não despenca nunca e quando chove ele se esconde, acho que vai dormir .
No céu mora também a lua e as estrelas. Tudo é perfeito.
Menos as árvores que se sacodem mas não podem andar porque estão presas na terra.
Os passarinhos voam para onde querem. Não é lindo?
Ah! Mas tem a morte. Eu não gosto da morte.
Veja bem! Uma pessoa toma banho, veste uma roupa limpa, bonita, cheirosa é amada pela família, pelos amigos…vive feliz.
De repente morre!
A família, os amigos preparam o enterro.
Colocam dentro de um caixote – que chamam de caixão colocam o defunto ali dentro, cobrem de flores e acreditem fecham bem. Será que é para o morto não fugir?

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QUEM NÃO QUER SER FELIZ?

Acordou sentindo uma alegria, um desejo de ser feliz. Pensou: hoje nada vai atrapalhar a minha vontade de viver.
Levantou, tomou um banho e começou a passar água de colônia pelo corpo. Primeiro nos cabelos.
Os seus cabelos logo ficaram com suave perfume. Passou no pescoço, nos seios, na barriga, nas pernas entre as pernas e sentiu uma ligeira ardência (.gostosa….) foi descendo até os pés.
Vestiu uma roupa bem leve e um chapéu para se proteger do sol. E foi passear …
Os passarinhos atraídos pelo seu suave perfume voavam ao seu redor cantando.

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A ESPIRITUALIDADE NA CIÊNCIA DO SENTIR

“Sinto Deus!
Mas não o Deus criado pelo homem.
Sinto o Deus cósmico!
Que da minha condição humana
não tenho como interpretar, Mas apenas sentir”

Essas palavras da Beatriz Breves dizem tudo para mim.
É isso que sinto. A minha relação com Deus é puro sentimento.
A partir do conhecimento da Ciência do sentir mudei o meu conceito  sobre a visão do mundo.
Hoje sinto Deus cósmico, apenas sinto.
É através da percepção que somos capazes de interpretar o universo.
A Cabala tem uma frase que diz assim: “Olhar para cima das estrelas”
Para  mim significa ver além. Não apenas o mundo material mas, também espiritual.
A Ciência do Sentir concebe a espiritualidade, não como religião ou como uma instituição de poder sobre o ser humano. Que castiga e oferece o céu ou inferno conforme o merecimento de cada um. Mas uma espiritualidade concebida como  evolução e responsabilidades
De acordo com a Ciência do Sentir o ser humano se encontra em  estágio de evolução, em que necessita viver bem, com qualidade de vida, para poder evoluir e se expandir como pessoa humana no Cosmos.
A religião, ao contrario, coloca o ser humano, quase sempre, como  culpado que precisa sofrer para se livrar do pecado.
Eu me pergunto: que contradição é essa?  Se Deus criou o homem para ser feliz por que o sofrimento?
A  Ciência do Sentir está me ensinando a ver na Criação algumas respostas para os meus questionamento. Exemplos: hoje sinto que faço parte desse universo, do Cosmos  com tudo que ele contém, sou uma partícula, um pó
Cósmico a espera de me juntar ao todo.
Quando será não sei, mas não tenho pressa. Pode demorar…

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ERA UMA VEZ

Uma aldeia de índios onde tudo era de todos. Lá não havia “é meu” e sim “ é nosso”. Até os filhos eram de todos. Tudo era dividido. E todos eram muito felizes.
Simples assim.
Um dia nasceram duas crianças, no mesmo dia e na mesma hora, um menino e uma menina.
A mãe do menino deu o nome de Rudá (divindade do amor).
A mãe da menina deu o nome de Yara (Senhora das águas) ou ( dominadora).
Os dois cresceram juntos e eram muito amigos.
Se amavam e todos esperavam que um dia eles se casariam.
Mas o tempo foi passando,passando…..
Yara era uma linda moça alegre divertida .
Rudá ao contrario, era serio fechado em si mesmo….
Queria por que queria que ela fosse mais quieta,que não fosse tão comunicativa …
Ela não obedecia…Cada vez mais os dois se afastavam um do outro…
Até que um dia Rudá resolveu acabar o namoro e ela gritou: “você precisa saber que todos nós temos uma luz própria e amar é deixar que a luz do outro brilhe.”
Os dois se abraçaram se amaram e foram felizes para sempre…..

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Você sabia…

Você Sabia...

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Você Sabia…

Você Sabia...

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Você Sabia…

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VOCÊ É UM FUTURISTA DO CONHECIMENTO

VOCÊ É UM FUTURISTA DO CONHECIMENTO?

Por Beatriz Breves

Você com certeza já ouviu dizer que os cientistas não podem deixar o sentir interferir quando estão pesquisando ou que têm que ser neutros em suas observações, etc. No entanto, com essa forma de fazer ciência sabe-se muito, mas conhece-se pouco, pois para se conhecer é preciso que a informação seja sentida.

Fazer coisas mecanicamente até pode funcionar, mas não traz alegria e muito menos bem estar. Em nosso dia-a-dia, isso é fácil de ser verificado e, para tal, basta pensar que é o amor o melhor tempero de uma comida. Uma comida feita mecanicamente não tem o mesmo sabor da que é feita com amor. E isto vale não somente para a comida, mas para tudo o que fazemos.

E foi assim que nasceu a ciência do Sentir, que tem em seu corpo teórico e em sua experiência prática a proposta de incluir o Sentir no campo da ciência, transformando a informação em conhecimento. A gente tem que sentir as coisas para que elas sejam bem feitas e produtivas.

Ainda enquanto estudante de psicologia, eu me sentia com tantas informações sobre o comportamento humano, mas com muito pouco conhecimento. E foi na busca do conhecimento, que depois de me formar em psicologia, cursei a faculdade de física, tentando aprender mais sobre energia com quem de fato a compreende, para então poder pensar a energia psíquica. A física muito me ajudou, mas não foi suficiente. Além da psicologia e da física, me tornei psicanalista e recorri a biologia e a arte, com os estudos de Kandinsky. Hoje, já são 30 anos de pesquisa, seis livros publicados, a Sociedade da Ciência do Sentir e curso de formação em ciência do Sentir na cidade do Rio de Janeiro e em Cabo Frio.

Para ser um cientista do sentir não é necessário ser graduado, já que graduações e pós-graduações não garantem conhecimento, mas, acima de tudo, é preciso ser um futurista do conhecimento. E ao contrário do que muitos pensam, o futurista do conhecimento não trata de adivinhação.

O futurismo teve inicio em 1909 com um movimento artístico e literário realizado pelo poeta italiano Filippo Marinetti, cujo slogan era “liberdade para as palavras”. Pode se dizer que a pessoa futurista é aquela que vislumbra o que não há hoje, mas haverá amanhã, que vive o presente pensando em um futuro melhor para si, a  sua família e  para a sociedade. Fernando Pessoa foi um futurista e introduziu o movimento futurista em Portugal. O assunto é tão sério que a universidade de Oxford tem dois órgãos “Future of Humanity Institute” e “Programme on the Impacts of Future Technology”, dirigido pelo futurista Nick Bostrom. Sem falar das tecnologias futuristas como, por exemplo, a do celular que seria carregado via wireless, ou seja, não precisaria estar conectado por fio a nenhuma fonte de energia, carros voadores, etc.

Então, se você tem uma visão vibracional do cosmos, rejeita a robotização humana, a desvalorização dos sentimentos e a visão mecanicista do universo; se você vislumbra o resgate do sentir, com a sua inclusão no campo da ciência e, ainda, prevê um futuro de conhecimento para o bem estar individual e coletivo, você é um futurista do conhecimento.

A Sociedade da Ciência do Sentir é uma sociedade futurista que tem por missão promover o estudo, a pesquisa, o desenvolvimento e a aplicação da ciência do Sentir; por visão, tornar-se uma referência para o estudo do Sentir; e por valores, resgatar o Sentir na contemporaneidade.

Se você se identificou com essas ideias, junte-se a nós.

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A MALDADE HUMANA NA INTERNET

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DEUS E A CIÊNCIA DO SENTIR

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JORNAL VALOR ECONÔMICO SÃO PAULO

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Revista O FLU do jornal O FLUMINENSE de Niterói

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Revista O FLU do jornal O Fluminense – Niterói/RJ

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Jornal ZERO HORA de Porto Alegre

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Jornal Zero Hora de Porto Alegre – 2 de dezembro de 2014

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ERA UMA VEZ UMA SENHORA…

Era véspera de Natal. Uma senhora bonita, bem vestida, andava pela calçada vendo as vitrines procurando algum vestido para usar no dia de Ano Novo. De repente foi atropelada. Caiu no chão e ficou sem poder se levantar. Pessoas correram … Continue lendo

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ERA UMA VEZ…

Que o amor, a paz e a felicidade façam parte das vidas de todos neste Novo Ano que está chegando. Boas Festas!!!!!!!!! Que o Natal seja um passaporte para que seus sonhos embarquem na viajem das realizações do Ano Novo, … Continue lendo

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Sinopse Livro O Homem Além do Homem

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Mensagem de Final de Ano 2014

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A VIOLÊNCIA NOSSA DE CADA DIA

Por desatenção ao que estamos sentindo, muitas vezes nos tornamos violentos e nem percebemos que uma atitude, aparentemente inocente, pode estar contendo um considerável grau de violência. Há nove anos, no ano de 2005, no livro No Risco da Violência: … Continue lendo

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EM ENTREVISTA NO PROGRAMA SEM CENSURA – A MALDADE HUMANA COMO DETONAR UMA PESSOA NO FACEBOOK

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Para assistir clique na figura e depois de aberta clique no link http://tvbrasil.ebc.com.br/semcensura/episodio/sem-censura-recebe-ferreira-gullar#media-youtube-1  

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SOBRE O SENTIMENTO DE INVEJA

A inveja talvez seja um dos sentimentos mais temido pelas pessoas, visto que representa o desejo de se ter aquilo que o outro tem e, não somente isto, mas, principalmente, de destruir pelo ódio o que o outro tem. Desta … Continue lendo

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TECER A VIDA

O céu está vermelho. É tempo de tecer a vida, Com sonhos azuis. O tempo do amor Traz os sonhos.

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VENÇA QUEM VENCER QUE PREVALEÇA O AMOR, A PAZ E A BOA VONTADE

Hoje é dia de eleição. Dia que demonstra a força da pessoa enquanto ser individual no coletivo, a possibilidade que cada um tem de interferir na sociedade em que vive, a importância da democracia. Portanto, vença quem vencer, que prevaleça … Continue lendo

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O SENTIMENTO DE AMIZADE

Quando se fala em amizade, normalmente se pensa em um tipo de relação entre duas pessoas. José é muito amigo de João, se conhecem desde a infância; ou ele ajudou muito João quando não esteve bem; …ou eles saem sempre … Continue lendo

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ELEIÇÃO

A política da implicância Comprova o quanto de asneira existe Nesta política de candidatos sem ética, Que se insinuam para esconder as farsas E obter o poder pelas articulações. Por debaixo dos panos Que causam danos, Ferindo o bom senso, … Continue lendo

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O QUE É A VIDA?

A vida é como um trem, A cada estação, A cada parada, Você pode descer. Se encontrar a morte, Vai logo perguntando: Vai encarar?

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A SAÚDE E A DOENÇA COMO ESTADOS DE EQUILÍBRIO DINÂMICO

Contrariando a concepção de que a saúde representa um estado de equilíbrio e a doença um estado de desiquilíbrio, a ciência do sentir propõe que todo ser humano, sendo ele considerado doente ou saudável, se estrutura em um estado de … Continue lendo

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ELEIÇÃO: DEIXAR DE SER VÍTMA PARA SE TORNAR RESPONSÁVEL

Hoje é um dia muito especial, pois obrigatoriamente as pessoas assumem a responsabilidade sobre si e a sociedade. No dia-a-dia é comum ouvir que não adianta fazer nada, pois sozinho não é possível acabar com a corrupção. Esta fala é … Continue lendo

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A LUA CHEIA

Eu estava posta em sossego quando alguém me chamou. Não foi para ver a banda passar, Que essa o Chico já cantou. Foi para ver o que surgia no infinito. A lua cheia, plena de luz, grávida , Pronta para … Continue lendo

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JOÃO E MARIA

Os dois eram muito apaixonados viviam igualzinho  como vivem Deus e os anjos. Ela era alegre, feliz e gostava de cantar, dançar  passear  se vestia bem e era uma pessoa do bem. Ele era encantado por ela. Não tinham filhos, … Continue lendo

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POEMA DOS VERSOS SOLTOS

Está difícil capturar os versos e coloca-los nesta folha de papel. Os versos conversam na conjuntura de múltiplas imagens. O pensamento vira um carrossel Abreviando e articulando diversas montagens E os verbos, os adjetivos, os substantivos se sobrepõem E as … Continue lendo

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O SENTIMENTO DE AUTOESTIMA

Se sentir com valor ou não é resultado de uma autoestima elevada ou baixa. E não necessariamente a pessoa possui o… mesmo sentimento de valor de si mesma em todas as suas áreas de atuação, ou seja, uma pessoa pode … Continue lendo

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ABRAÇOS

Amar é muito bom! Mas ser amada é muito melhor! Quando ele me abraça, Sinto a força do seu amor. Os nossos braços, nos abraços, Entrelaçados, Apertados, Suaveis, Amantes. Sim, somos amantes. Amamos a vida com suas armadilhas, Sem certezas.

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SENTIR E DEIXAR-SE SENTIR!

É comum ouvirmos que não se deve odiar ou sentir raiva. No entanto, a questão não é de sentir ou deixar de sentir, mas, sim, de como se sente os sentimentos. Quando uma pessoa pode suportar os seus sentimentos, agradáveis ou … Continue lendo

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Beatriz Breves e Virginia Sampaio no programa do Jô Soares

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Para assistir a entrevista clique na figura e depois de aberta clique no link: http://gshow.globo.com/programas/programa-do-jo/O-Programa/noticia/2014/09/beatriz-breves-lanca-livro-apos-ser-vitima-de-calunias-em-uma-rede-social.html

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O TEMPO E O SONHO

Houve um tempo que eu pescava um sonho. Hoje, o sonho me pesca, O sonho desliza nas nuvens e nos abraços… O sonho dorme nas nuvens do tempo Eu me calo. Sou mendiga De sonhos e de abraços. Adormecida, espero … Continue lendo

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O SENTIMENTO DE IMPACIÊNCIA

O sentimento de impaciência é fruto da intolerância à espera do tempo que cada coisa em si mesmo tem na vida.

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JORNAL VOZ DA SERRA

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Para ler a reportagem clique na figura e depois de aberta clique no link http://www.avozdaserra.com.br/noticia/27590/neste-sabado-sera-lancado-em-nova-friburgo-o-livro–%E2%80%98a-maldade-humana-%E2%80%93-como-detonar-alguem-no-facebook%E2%80%99

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A MULHER

Mulher é realmente impressionante. Chora quando está feliz e ri quando está nervosa. Ama incondicionalmente. Fica feliz quando ouve sobre um nascimento ou um casamento. .Seu coração se parte quando um amigo morre. Sabe que um abraço e um beijo … Continue lendo

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RECRIAR

É preciso escrever É preciso pintar É preciso meditar… É preciso conversar consigo mesmo É um exercício basal para sentir o mundo É um diálogo interno, Expressão poética Num mergulho profundo da existência E sentir a vibração da criatura Uno … Continue lendo

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O CONHECIMENTO

Para a ciência do Sentir, o tripé do conhecimento estaria no sentir, na contemplação e na desconstrução do saber.

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ASSIM É SE LHE PARECE

Joana era uma meninamuitoesperta, observava tudo o que acontecia no mundo, desde a criaçãoaté o comportamento das pessoas. Todos os diasela acordava, abria a janela e dava bomdiapara o sol. Corria para o quarto da mãe e dizia “Levanta mãe … Continue lendo

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DUAS LIMONADAS E A CONTA COM BEATRIZ BREVES – Coluna de Mauro Ventura – Revista O Globo 24/08/14

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Duas limonadas e a conta com Beatriz Breves Psicóloga narra seu calvário ao enfrentar falsa acusação na internet de maus tratos a animal Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/duas-limonadas-a-conta-com-beatriz-breves-13698537#ixzz3Bz4pnSIN © 1996 – 2014. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação … Continue lendo

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EM QUEM VOCÊ CONFIA MAIS: NAS MEDIDAS OU EM VOCÊ?

“A parábola ‘Medidas para Sapatos’ de Hanfeitse (um antigo filósofo chinês) expressa, em nossa opinião, com sabedoria, o que vem predominando na atual concepção de ciência e (com as pessoas de um modo geral): Certo homem de Cheng ia comprar … Continue lendo

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ODIN

Oh! deus da sabedoria Da magia Da poesia… Quão grandemente acolhia Os guerreiros em combate Que morriam com dignidade E as Valquírias com fidelidade Os recolhiam E os magos os reviviam Usando os mistérios Das runas e de outras magias: … Continue lendo

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SENTIMOS O PRESENTE, MAS PENSAMOS O PASSADO

“Mesmo sendo um intervalo muito pequeno, no processo de pensar, entra a assimilação dos estímulos e o processamento destes, há um intervalo de tempo, o que significa que quando… o ser humano pensa o presente, este já é o passado. … Continue lendo

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SAIU NO JORNAL DE BRASÍLIA – 14/08/14

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SEMPRE HÁ O QUE ENSINAR, SEMPRE HÁ O QUE APRENDER

Durante esta semana assisti um vídeo que falava sobre a utilidade das pessoas e correlacionava a pessoa produtiva como sendo útil e a pessoa de idade bem avançada como sendo …sem utilidade. E assistindo este vídeo lembrei-me de uma experiência … Continue lendo

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SIMPLES ASSIM

Julio e Julia se conheceram e se apaixonaram. Simples assim. Casaram e tiveram muitos filhos. Simples assim. Viviam muito felizes. Simples assim. Só que na vida nem sempre é simples assim. Um dia Julio teve um AVC e ficou muito … Continue lendo

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MÊS DA COLHEITA

Aceito o convite e caminho na direção sul E sinto o vento que vem do leste Assobiando o frescor de um novo tempo… Que brota do olho d’água Ao oeste da imensidão Formando fontes formosas Deixadas por Santana Nesse instante … Continue lendo

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EM NOME DA RAZÃO

Ao ver postada no Facebook uma foto com diversas crianças mortas, consequência da guerra da faixa de Gaza, senti profunda tristeza. Eu tive 7, 8, 9 e 10 anos e consegui chegar aos 57, mas aquelas cria…nças não. Elas foram … Continue lendo

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A MENINA ABANDONADA

Era uma vez uma menina muito triste, mas muito triste mesmo. Ela foi abandona quando ainda era muito pequena, vivia de casa em casa. Nunca foi ao colégio, não tinha amigos. Sentia muito frio, fome, e falta de carinho… Se … Continue lendo

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SIMPLES ASSIM

O inesperado vem de um tempo que ninguém sabe de onde vem E entra numa curva brusca e o repentino Nos surpreende admiravelmente… E nesse estado súbito O imprevisto se mostra presente e visto. Mas não podemos prever Antes do … Continue lendo

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CADA DIA COMO O ACORDAR DE UM SONHO

Pela insegurança em relação ao amanhã, a gente tende a construir, em nossa realidade psíquica, um futuro, uma estrada a prosseguir: “- Amanhã eu vou acordar as 7 h, vou realizar minha caminhada, para então ir trabalhar…”; ou então “- … Continue lendo

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ESPERANÇA

A esperança fez morada em minha vida. Vida vivida na dura realidade. Pé no chão, Caminhada, Lagrimas, Noites insones, Sem sonhos. Se eu pudesse renascer como a Fênix, Que renasce da própria cinza. Se eu pudesse queimar todo o meu … Continue lendo

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AMIZADE

Laços que enlaçam Lançam sentimentos diversos Que nos prendem Na linha imaginária dos afetos. Entrelaçados se enraízam Deixando nós em nós Que se tornam difíceis de se desfazer No plano virtual No real Nada se vê Somente vibra na batida … Continue lendo

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QUANTO VALE A VIDA?

Em nosso dia a dia, temos vivido a vibração do terror. Em minha cidade, Rio de Janeiro, nesta última semana, os jornais noticiaram três pessoas assassinadas: uma, por bandidos, após reagir a um assalto; e duas, por policiais, apenas por … Continue lendo

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JOÃO E MARIA

João era um rapaz rico, inteligente, educado de boa família. Maria era uma moça pobre, inteligente, mas era semianalfabeta, nunca frequentou um colégio sabia ler, mas não se lembrava de como aprendeu nem quem lhe ensinou. Trabalhava numa loja de … Continue lendo

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AS SACOLAS

Cadê minhas mochilas? – Está na algibeira dentro da minha sacola ao lado da bolsa Onde juntei minhas miscelâneas e aloquei dentro das caixinhas Enchendo os sacos vazios Que faz do meu bornal Uma urna repleta de desejos.

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A SELEÇÃO BRASILEIRA REPRESENTOU MUITO BEM O BRASIL

Quando das vitórias da seleção brasileira, por identificação, grande parte das pessoas que compõem a população brasileira e que possui uma autoestima baixa, com poucos momentos de vitórias pessoais, se sentia como aqueles jogadores em campo, onde, através de um … Continue lendo

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A MODISTA

Luiza era uma menina que adorava brincar de bonecas. Para cada uma ela fazia uma roupinha colorida e cheia de laços e fitas. Ela cresceu num ambiente moderadamente feliz, com mais apertos que excessos, mas sem grandes carências nem frustrações. … Continue lendo

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SEM COMEÇO E SEM FIM

Tem dias que a gente se vê Diferente de como pensamos que somos. Tem dias que sentimos o vigor que temos Indiferente da direção que se toma. Tem dias que abrangemos o que fizemos Não importa a classificação do fruto. … Continue lendo

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EU CHORO SIM!

De um modo geral, em nível de sentimentos, a fraqueza e a fragilidade são compreendidas como sinônimos. Um exemplo recente, na copa do Mundo, quando muitos consideraram uma demonstração de fraqueza alguns jogadores da seleção Brasileira chorarem antes da decisão … Continue lendo

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A ARTISTA

Desde pequenina Luciana dizia, quando lhe perguntavam, o que você quer ser quando crescer? Artista! Respondia. Os pais tentavam tirar essa ideia da menina. Ela crescia e sempre repetia, quando perguntavam: “O que você quer ser quando crescer?”. Artista! Lia … Continue lendo

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ABANDONO

Lagrimas escorrem pelas minhas faces. Choro não pelo que fui mas pelo que não fui. Choro pelo desconhecido, Por tudo que não vivi. Quem me dera renascer E viver a vida que me roubaram. Sim me roubaram a vida. Por … Continue lendo

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A MALDADE HUMANA IV – CIENCIA DO SENTIR ON LINE ESPECIAL DE JUNHO – 22/06/2014

A MALDADE HUMANA IV Por Beatriz Breves e Virginia Sampaio OS PERIGOS DE UMA REDE SOCIAL (1) “A rede social possibilita que a realidade psíquica de um interaja com a realidade psíquica do outro sem que passe pela realidade objetiva, … Continue lendo

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JOAQUIM

Ele era português, como veio para Brasil ninguém sabe. Ele casou e teve muitos filhos. Era operário de uma fabrica de tecidos. Moravam numa casa de madeira que ficava num terreno enorme com duas entradas. Eram pobres mas eram felizes … Continue lendo

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SOLSTÍCIO DO INVERNO

Aqui no Sul Nada melhor Que se banhar no sol De pernas pro ar Com a brisa do mar Num embalo Dos abraços De Isis Nos aquecendo Neste inverno De céu azul claro.

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A MALDADE HUMANA III – CIENCIA ON LINE ESPECIAL DE JUNHO – 15/06/14

A MALDADE HUMANA III Por Beatriz Breves e Virginia Sampaio O ESPETÁCULO – Trolls, haters e cyberbullying (1) (…) A trollagem é um jogo na internet cujas peças são as pessoas. (…) O jogo consiste em, estando escondido por detrás … Continue lendo

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ERA UMA VEZ…

Uma menina que gostava de brincar de soltar pipas, soltar balões. Brincar de amarelinha, pular corda e todas as brincadeiras que se brincava antigamente. As bonecas eram feitas de pano e não havia, ainda, essas belezuras que se vê hoje … Continue lendo

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CASCATINHA

Noite estrelada Grama orvalhada Barulho da água Fluindo na mata Sonho sonhado Lume vaga-lume Ilumina o orvalho Energia que acalma Suave, doce, alma Há magia no ar A magia nos traz Um canto de amor Um encontro da paz.

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A MALDADE HUMANA II – CIENCIA DO SENTIR ON LINE ESPECIAL DE JUNHO 8/06/14

A MALDADE HUMANA II Por Beatriz Breves e Virginia Sampaio O COLISEU DO SÉCULO XXI (1) “‘– Sem coração.’ ‘– Lúcifer!’ ‘– Tem que ser denunciada no conselho de psicologia.’ ‘– Desequilibrada.’ Parecia que uma postagem alimentava a outra. As … Continue lendo

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DANIEL

O sol parou de brilhar, O vento parou de ventar O pássaro parou de cantar. Tudo parou para o Daniel Que vinha passar. Foi rápida a sua passagem. Só se mostrou para o pai. Ninguém mais o viu. Um dia … Continue lendo

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A MALDADE HUMANA I – CIENCIA DO SENTIR ON LINE ESPECIAL DE JUNHO 1/06/14

A MALDADE HUMANA I Por Beatriz Breves e Virginia Sampaio “Parecia que uma postagem alimentava a outra. As pessoas não paravam de trucidar (…) E na sutileza daquelas escritas, percebia-se certo prazer naquelas pessoas por estarem participando daquele massacre. Era … Continue lendo

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AS SURDAS E MUDAS

Era uma vez um orfanato de crianças que ficava bem afastado da cidade num lugarejo onde não havia nenhuma casa, nada. Era uma casa muito pobre nem parecia que ali viviam crianças. Toda semana chegava uma caminhonete com alimentos, brinquedos, … Continue lendo

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MANIFESTAÇÃO

Sou anciã me apresento donzela e manifesto a mulher em sua total plenitude. Sou vida morte e vida, num ciclo que vai e vem numa dança circular Que se compõe com o som da chuva, com o sopro do vento, … Continue lendo

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ATUALIZAÇÃO PSÍQUICA

Na vida, a pessoa forma a sua estrutura psíquica na interação com o outro, que funciona como um espelho para a formação de seu sentimento de identidade. Se as imagens não forem se atualizando psiquicamente ao longo da vida de … Continue lendo

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PERMITA-ME (Por Celi Celi Riche)

Ei, você! Por quem me tomas? Por que não me vês? Por que não me ouves? Por que não me tocas, nem me sentes? Eu estou aqui, Eu estou agora;… Estou dentro e fora; Estou em cima, estou embaixo; De … Continue lendo

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JULIA

Julia era uma menina que gosta muito de ouvir histórias de fadas, princesas, carruagem e tudo mais que fosse o luxo, como ela mesma dizia. E assim foi crescendo, crescendo, e cada vez ficava mais vaidosa. Sentia que …era uma … Continue lendo

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ASSIM COMPONHO VERSOS

Nada posso dizer sem antes sentir Se identifico a emoção: penso Construo a frase dou sentido ao que digo… Mesmo que não faça sentido, eu sinto Que neste exato momento No instante da inspiração Respiro… Uso… Todos os meus sentidos.

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OS SONHOS COMO UM FENÔMENO PSÍQUICO QUE SE PROCESSARIAM SOB A FORMA DE ONDAS ELETROMGNÉTICAS

“Há algum tempo realizamos uma pesquisa com pessoas que ficaram cegas ao longo de suas vidas. Observamos que dos trinta e sete… deficientes visuais entrevistados, trinta e quatro conservavam as imagens nos sonhos do tempo em que enxergavam e apenas … Continue lendo

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Foto do lançamento do livro “A Maldade Humana – Como Detonar uma Pessoa no Facebook – Baseado em um História Real – Editora Mauad X – Autoras: Beatriz Breves e Virginia Sampaio, dia 14 de maio de 2014 – livraria Argumento Leblon/RJ/Brasil

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Entrevista para o jornal REFORMA – do México

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Entrevista para o jornal Reforma, do México, na Reportagem com Alberto Armendáriz: “La Confundem … y la linchan (…) “La gente no se da cuenta del poder de difusión que tiene Internet, no se verifican los datos y es muy … Continue lendo

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VAI E VEM

No morro é um vai e vem Quando você menos espera, Ele vem chegando…… Mansamente… E vai logo me chamando de meu amor Eu amoleço … E vou permitindo que ele entre no barraco E na minha vida… Será para … Continue lendo

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PROCESSANDO OS SENTIMENTOS

É comum ouvir pessoas dizerem que precisam “se livrar” de um determinado sentimento ruim. Tem, por exemplo, quem faça uma viagem para tentar esquecer. Doce ilusão, um sentimento, uma vez ativado, só alivia se sofrer transformação. É certo que às … Continue lendo

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Entrevista para a Coluna Gente Boa

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ZIG E O PLANETA AZUL

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VITOR E MARCELO

Era uma vez dois meninos, um se chamava Vitor e o outro Marcelo. Os dois estavam muito doentes e, por isso, estavam internados numa enfermaria de um hospital. Vitor estava numa cama perto da janela e Marcelo ao seu lado. … Continue lendo

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CONTAGEM REGRESSIVA

Treze, doze, onze, dez Está chegando o fim da gravidez Vai nascer um livro… Nove, oito, sete, seis Eu intensifiquei acessei Cinco, quatro, três, dois Só falta esperar uma noite, pois, A véspera vem antes do depois Um… Bum!!!!! Começa … Continue lendo

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AMBIENTE CARREGADO

Quando se chega em um lugar, a primeira coisa que se experimenta é o clima do ambiente. “-Nossa, como está carregado este ambiente!” – quem alguma vez não viveu essa experiência ou pelo menos não ouviu falar dela? Isto acontece … Continue lendo

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Zig e o Planeta Azul

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A INTELIGENTE

Essa é a história de uma menina,que desde muito pequena, era diferente de qualquer outra criança. Sua inteligência era admirável, a sua sensibilidade estava sempre ligada em tudo o que acontecia ao seu redor. Os pais se preocupavam, não sabiam … Continue lendo

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A PROPRIEDADE DE UM CORPO

A nossa cultura estabelece o que é um corpo saudável, belo e aceitável socialmente. No tempo de minha avó o padrão de beleza era o de ser gordinho, agora o padrão de beleza é o de ser magro. Eu, pessoalmente,  … Continue lendo

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