MÊS DA COLHEITA

Aceito o convite
e caminho na direção sul
E sinto o vento que vem do leste
Assobiando o frescor de um novo tempo…
Que brota do olho d’água
Ao oeste da imensidão
Formando fontes formosas
Deixadas por Santana
Nesse instante o relâmpago
Anuncia a fragilidade da certeza
Vibrando o princípio da incerteza
Mesmo tendo a certeza que estamos
Com os pés no chão
Agora a noite desponta
O desejo se revela
O corpo se alimenta
A mente não para de pensar
Pensando que já sabe o que quer fazer
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